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Lojas de calçados e de vestuário registram aumento nas vendas em 2019

03/04/2019 14:56

Ambos os segmentos são os únicos a apresentarem aumento de procura no fim do primeiro trimestre. Especialista, no entanto, classifica o momento como preocupante e alerta que todo o setor produtivo deveria ter obtido crescimento

Lojas de calçados e de vestuário registram aumento nas vendas em 2019
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No início do ano, representantes do setor produtivo do DF tinham a esperança de que 2019 seria marcado pelo destravamento da economia local. Ao fim do primeiro trimestre, no entanto, o cenário passou a ser de incertezas. Entidades ligadas à atividade comercial de Brasília acreditam que os resultados obtidos até o momento não deram mostras de crescimento em relação ao mesmo período de 2018. Mesmo assim, alguns segmentos conseguiram pequenos avanços: no varejo, lojas de calçado e de vestuário aumentaram as vendas entre 2% e 3% entre janeiro e março.


“São dois setores imprescindíveis para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal. Mesmo em períodos de adversidade, eles conseguem se sobressair por comercializarem artigos de primeira necessidade à população. São produtos que os brasilienses estão constantemente renovando”, afirmou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), Edson de Castro.

O percentual de crescimento é pequeno, reconhece Edson. Mesmo assim, deve ser comemorado, sobretudo pelo fato de que o DF encerrou 2018 com uma variação de -3% em comparação a 2017 do índice de volume do comércio varejista ampliado dessazonalizado, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “A atividade comercial do DF tem tropeçado neste ano, mas não está mal. Acredito que a economia vai se recuperar, mesmo que lentamente. Os resultados que alcançamos com as lojas de calçado e de vestuário podem servir como um motivador para os demais segmentos”, ressaltou.

Gerente de uma loja de calçados, Francisco da Silva, 42 anos, percebeu um salto no número de vendas no estabelecimento nos primeiros 90 dias do ano. Janeiro e fevereiro, segundo ele, foram os meses que mais surpreenderam. “Todas as metas que estabelecemos para o começo do ano foram superadas. Acredito que lucramos pelo menos 4% a mais do que em 2018. Geralmente, essa época nunca rende bons resultados. No entanto, este ano foi diferente. Isso nos deu ânimo para melhorar ainda mais”, comemorou.

Datas comemorativas
Na opinião do economista e professor de finanças públicas da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Piscitelli, a alta no percentual não é expressiva a ponto de contornar a situação da economia do DF. “O momento ainda é preocupante. Para uma retomada do crescimento, o setor produtivo como um todo deveria ter mostrado resultados. Por enquanto, o horizonte não é favorável”, alertou.

O especialista acredita que duas medidas anunciadas nesta semana pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) para reduzir cobranças do ICMS aos empresários locais podem aumentar a confiança do empresariado e, paralelamente, aquecer a economia do DF. “É o momento de usar a criatividade e estratégias de marketing. Por hora, anunciar ofertas e reduções de preço pode ajudar. Outra dica é reduzir a margem de lucro para manter o nível de vendas. Enfim, o comércio tem de recorrer a quaisquer que forem as saídas para encontrar alguma perspectiva de avanço”, sugeriu.

Vendedor de uma loja de roupas, Gabriel Ferrari, 24, comentou que o estabelecimento ainda não teve resultados relevantes neste ano. Na tentativa de melhorar os lucros, os gerentes baixaram os preços de muitos itens e, periodicamente, promovem liquidações semanais. “Cada vendedor tem uma meta mensal de vendas, mas poucos estão conseguindo alcançá-la. Reinventamo-nos praticamente todo dia buscando aumentar os números”, disse. “O ano para o comércio começou agora. Nos três primeiros meses, o dinheiro do brasiliense ficou comprometido com outras obrigações. Mas, agora, teremos uma série de datas comemorativas que podem impulsionar o mercado, como Páscoa, Dia das Mães e Dia dos Namorados”, lembrou.

Mudanças

O governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que reduz, ao patamar das taxas de estados da Região Centro-Oeste, a alíquota do ICMS recolhida nas operações de saídas interestaduais. Os empresários, que antes pagavam 12%, passarão a desembolsar 9%. No mesmo dia, o chefe do Buriti entregou ao presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente, um projeto de lei que extingue o Difal do ICMS, valor cobrado no estado de origem do produto e na unidade da Federação onde é comercializado.


Confira a matéria na integra no link a seguir :

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/04/03/interna_cidadesdf,747050/lojas-de-calcados-e-de-vestuario-registram-aumento-nas-vendas-em-2019.shtml

Fonte: Augusto Fernandes
Foto: Augusto Fernandes
Edição: Pedro Wolff

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